domingo, 29 de maio de 2016

PORTAS do SOL
Santarém

Considerada a sala de visitas da cidade de Santarém, o Jardim das Portas do Sol situado na a antiga Alcáçova de Santarém, sofreu obras de requalificação e de valorização que tiveram como objectivos fundamentais a interpretação actual do sítio, com base na memória do lugar e história da Cidade. Para além de uma vista fantástica sobre o rio Tejo, neste local pode visitar o Núcleo Museolócico e Centro de Interpretação Urbi Scallabis. Aqui os visitantes receberão explicações prévias sobre o conhecimento existente de cada um dos períodos cronológicos podendo assim iniciar a sua "viagem" pela cidade, explorando os equipamentos existentes no Centro de Interpretação, seguindo depois caminho para as Ruínas Romanas, onde podem...

Ammaia
a cidade romana perdida do Alentejo


A cidade romana de Ammaia, ficou perdida no vale da Aramanha, no Alentejo e só foi redescoberta no século passado. Desde então está a ser escavada e investigada por cientistas de todo o mundo.

Entre a população local os vestígios romanos são conhecidos desde sempre, mas só no princípio do século passado se começou a perceber que aquilo que estava enterrado no Vale da Aramanha era uma cidade Romana.

Construída de raiz no século I DC alcançou o seu esplendor nos trezentos anos seguintes. A partir do século IX desaparecem as referências à cidade como urbe habitada. As suas pedras serviram para construir outros lugares e monumentos.

Da antiga cidade sobrava um mito, até que no princípio do século XX surgiram indícios fortes que indiciavam a existência de uma cidade de grande dimensão naquela zona. A meio do século concretizaram-se as primeiras escavações e na última década intensificaram-se os trabalhos que recorrem também a novas tecnologias.

Os arqueólogos conhecem hoje o desenho e a arquitetura de Ammaia, graças a uma tecnologia que permitiu radiografar toda a área.

Os trabalhos de exploração, geridos por uma fundação privada, prometem trazer mais revelações sobre esta cidade que conta a história do poder romano e da sua decadência na Península Ibérica.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

VISITA de ESTUDO PALÁCIO de QUELUZ
dia 14 de abril
Apesar do dia muito chuvoso foi uma visita fantástica...
Momentos para recordar!


























sábado, 9 de abril de 2016

COMO MATÁMOS HUMBERTO DELGADO
Rosa Casaco, o chefe da brigada da PIDE que assassinou Humberto Delgado, quebrou o silêncio de uma vida em 1998: depois de dois anos de diligências do Expresso, contou a sua versão da morte do "general sem medo", numa fase em que era procurado em todo o mundo pela polícia. Rosa Casaco morreu em 2006, aos 91 anos.No dia em que passam 50 anos desde a morte de Humberto Delgado, o site do Expresso recupera uma entrevista histórica publicada originalmente a 21 de fevereiro de 1998.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

ESTUDAR PARA O TESTE de HISTÓRIA...
Resumos e vídeos para rever e consolidar os conteúdos

Golpe de 28 de Maio de 1926

Com os políticos republicanos sem capacidade para resolver os problemas do país, os militares desferem um golpe que vai levar à implementação do Estado Novo, um dos muitos fascismos que cresceu na Europa.
   Greves e outras manifestações de insatisfação explodem no último período da 1ª República em Portugal.
   Os militares preparam e dirigem golpes contra a república, sem grandes resultam até que, em 28 de Maio de 1926, a maioria das unidades militares do país sublevam-se e os partidos republicanos são afastados do poder.
   Nos anos seguintes, entre alguma instabilidade, este golpe militar vai levar um civil até ao topo do poder. António de Oliveira Salazar vai começar por ocupar a pasta das finanças, mas depressa chega à Presidência do Conselho de Ministros.
   Implementa um novo regime com características ditatoriais, o Estado Novo que só será derrubado em 1975.