domingo, 31 de janeiro de 2016

REGICÍDIO do rei D. CARLOS 
e do príncipe D. LUÍS FILIPE
No regresso de uma estadia em Vila Viçosa, o Rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, Luís Filipe, são assassinados no Terreiro do Paço por anarquistas. Esta ação deixa a monarquia fragilizada e dois anos depois é proclamada a República.
Na tarde do dia 1 de Fevereiro de 1908 a capital portuguesa respirava um clima de grande tensão política. Vários dirigentes republicanos estavam detidos e, um novo decreto, permitia a sua deportação.
A comitiva real regressava de Vila Viçosa onde o monarca tinha passado alguns dias com a família.
Três atiradores esperavam a família real. À chegada a Lisboa o rei D. Carlos e o filho, Luís Filipe, são vítimas de um atentado e morrem.
Os executores de plano são também mortos no local.
Demite-se o governo de João Franco e são libertados todos os presos políticos, nomeadamente, os republicanos.
RECONSTITUIÇÃO 
«O DIA do REGICÍDIO»


Landau do Regicídio, a viatura de passeio onde seguia a família real quando sofreu um atentado que matou o Rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe.
ÚLTIMO REI de PORTUGAL...
D. MANUEL II

D. Manuel II (1889-1932) foi o último rei de Portugal e foi afastado na sequência de um golpe republicano em 1910. Foi coroado depois de ver o pai e o irmão mais velho serem mortos em 1908 .
D. Manuel II era o segundo filho do rei D. Carlos e de D. Amélia de Orleães tendo nascido em Lisboa e falecido em Twickenham, em Inglaterra, onde estava exilado.
Subiu ao trono na sequência do regicídio de 1908, onde viu morrerem o pai e o irmão mais velho.
Após cerca de dois anos de governação, D. Manuel II foi destronado na sequência de um golpe republicano, exilando-se em Inglaterra até à sua morte.
Participa na I Guerra Mundial, integrado na Cruz Vermelha, e torna-se um personagem reconhecido em Inglaterra, onde frequenta os círculos sociais. É também um ávido colecionador de livros portugueses antigos.
“Era uma vez Manuel” é uma viagem ao local de exílio do último rei de Portugal e conta a sua história a partir das marcas e dos afectos que o monarca deixou na comunidade de Twickenham, nos arredores de Londres.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

ESTUDAR PARA A PRÓXIMA FICHA DE AVALIAÇÃO 
18 de janeiro 2016
Consulta a matriz dada pela professora e realiza todos os exercícios indicados para consolidar os teus conhecimentos.
Depois poderás visualizar os vídeos apresentados...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

REGENERAÇÃO
   Em 1851, o golpe de Estado do marechal-duque de Saldanha instaurou uma nova etapa politica em Portugal, designada por Regeneração. Tratou-se de um movimento simultaneamente político e social, na medida em que pretendeu conciliar as diversas fações do Liberalismo e harmonizar os interesses da alta burguesia com os das camadas rurais e da pequena e médias burguesias. Para o efeito, procedeu-se à revisão da Carta Constitucional, assegurou-se o rotativismo partidário e promoveu-se uma série de reformas económicas. 
   A política de Obras Públicas do período da Regeneração foi designada por fontismo devido à acção do ministro Fontes Pereira de Melo. Preocupado em recuperar o país do atraso económico e tecnológico, Fontes encetou uma política de construção de novos meios de comunicação e transporte, tais como estradas, caminhos-de-ferro, carros eléctricos, pontes, portos, telégrafo e telefones.
Revolução dos transportes e vias de comunicação
   Esperava-se que a política de instalação de meios de transporte e de comunicação levasse a todo o país um progresso geral. Assim, apostou-se na construção rodoviária e na expansão da rede ferroviária (em cerca de 50 anos, desde a ligação de Lisboa ao Carregado, em 1856, as vias férreas cobriram o território nacional). Construíram-se pontes (por exemplo, a ponte D. Maria Pia, no Porto, 1857-1877) e portos (nomeadamente, o porto de Leixões). A introdução do telégrafo (1857) e a reorganização dos correios, através do estabelecimento do porte único para todo o país e da criação de um novo mapa de estações postais, completou a obra do fontismo. Nos finais do século XIX, o automóvel e o carro eléctrico eram conhecidos dos portugueses.
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Ponte D. Maria Pia

A Ponte de D. Maria Pia é uma infraestrutura ferroviária encerrada, que transportava a linha do norte sobre o rio Douro, entre as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Foi inaugurada em 4 de Novembro de 1877 e foi encerrada em 24 de Junho de 1991, tendo sido substituída pela Ponte de S. João. É considerada,  uma das maiores obras primas executadas pelo engenheiro Gustave Eiffel.
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